No segundo capítulo do livro "Família em Rede" o autor começa por referir as diferenças entre as pessoas que louvam os meios tecnológicos e aqueles que a criticam colocando em causa os terríveis problemas que esta poderá trazer. Porém, o autor não toma nenhum partido destas duas teorias e trata este capítulo em torno da forma como esta pode ser útil na aprendizagem dos mais jovens. Assim, refere que os computadores podem trazer novas ideias as pessoas, e por vezes ajuda-las a compreender algo que até hoje não eram capazes de entender. Para isso torna-se cada vez mais importante o uso dos computadores como integrante no processo de aprendizagens nas escolas, pois cada vez mais é necessária a compreensão desta máquina para uma boa integração na sociedade. Digamos que o autor tem razão quando diz que o currículo que se aplica hoje em dia é um currículo que tem existido desde os tempos da pré-tecnologia, logo, sendo que hoje temos a possibilidade de usar esses meios porque não aplicá-los como auxiliares da educação?
Porém não basta apenas saber mexer nos computadores ou ter conhecimento nessa área, é necessário que se tenha fluência. Isto quer dizer que é apenas com prática e com força de vontade para trabalhar com a mesma e explorá-la a seu próprio gosto que se consegue ter mais ou menos experiência nesta tecnologia. Conhecer bem todos os programas e termos conhecimento sobre todas as formas de organização e funcionamento do sistema não basta, é necessário saber enfrentar e explorar os novos problemas e obstáculos que aparecem ao seu funcionamento.
Penso que tenho de concordar com o que o autor refere neste capitulo. É necessário o conhecimento do manuseamento desta tecnologia porém não será tão obrigatório ter o total conhecimento da mesma. Digamos que hoje em dia é importante saber-se mexer num computador não só para próprio uso mas também para referência num emprego pois quase todos os empregos se baseiam no uso das tecnologias e quem tem mais fluência na mesma é quem tem mais poder sobre elas.
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