Neste capitulo o autor fala-nos sobre valores que devem ser ensinados, dando importância a quatro: honestidade e engano; respeito; materialismo; e, relacionamento na Internet.
A honestidade e engano está relacionado com o método de aprendizagem e aquilo que realmente tem significado para as pessoas de ser adquirido, pois por vezes aquilo que é ensinado nem sempre é aquilo que se pretende. "A principal relação entre o computador e o desenvolvimento moral assente na capacidade que o computador tem de fornecer um contexto, no qual o conhecimento é visto como tendo um desígnio e um significado compreensíveis anulando assim a necessidade de se mentir." É mais fácil adquirir diversas aprendizagens pelos computadores pois este fornece um contexto em que é compreensível para todos de maneira a que a necessidade de se explicar a sua finalidade e de se mentir não está aqui posta em causa. Porém é preciso ver que esta aprendizagem necessita sempre de um acompanhamento por uma pessoa com mais conhecimentos.
No segundo tópico o autor fala do respeito na aprendizagem em que refere que nao devemos privar as crianças de aprenderem determinadas coisas sozinhas. É sempre importante que elas vivam a sua vida consoante as suas aprendizagens, mas como é óbvio nunca deixar que tudo seja apreendido sozinho, pois há coisas que elas devem saber pela experiência de outros. Porém ” …sempre que ensinamos algo estamos a privar a criança do prazer e do beneficio da descoberta.” .
Relacionado com o materialismo pretende-se que todos tenham a possibilidade de ter um computador de forma a que desenvolvam capacidades dentro desta vertente tecnológica.
Quanto ao relacionamento na Internet é importante alertarmos sempre as crianças dos perigos que se encontram na Internet, visto que este é um tipo de tecnologia que está ao alcance de todos levando a que eles estejam facilmente contactáveis com qualquer pessoa.
Assim, em forma de conclusão deste capitulo, penso que posso referir que os computadores, e mais especificamente a Internet é uma tecnologia bastante importante hoje em dia na vida de cada um, na forma como se pode aprender, na forma como é acessível a todos, na forma como esta maioritariamente nos fornece a informação que necessitamos e também, apesar dos perigos, ser uma forma fácil de contactar com quem quer que seja.
quarta-feira, 14 de novembro de 2007
Capitulo 3
Neste capitulo o autor foca muito a aprendizagem através dos computadores especialmente por parte das crianças. Não é só a aprendizagem que é feita na escola pelos professores que pode ser aproveitada para a formação das crianças, mas também os desafios que os computadores e a Internet colocam às crianças é também uma forma importante de aprendizagem. Assim, as crianças devem explorar ao máximo aquilo que os computadores têm a oferecer. Porém, por vezes os pais têm uma concepção errada em relação aquilo que os jogos de computador podem oferecer aos seus filhos. Para eles basta ter uma configuração apelativa e uma informação que pareça adequada a aprendizagem que já é o suficiente para chamar a atenção dos filhos, mantendo-os ocupados e ao mesmo tempo a aprender. Mas nem sempre esses jogos são Tao fiáveis como se pensa. E como tal, o autor dá a ideia de que devem ser as próprias crianças a construir o jogo pois assim ele aprende muito mais do que simplesmente o seu conteúdo.
Outro dos aspectos que o autor também refere, ainda ligado à aprendizagem das crianças pelos computadores, é que a Internet é um hipermundo e a programação um micromundo, e como tal temos de permitir que as crianças explorem esse mundo de forma a tomarem os devidos conhecimentos, nao só para a sua propria formação, mas também pelo facto de este ser um meio que cada vez mais é essencial para o ser humano.
Outro dos aspectos que o autor também refere, ainda ligado à aprendizagem das crianças pelos computadores, é que a Internet é um hipermundo e a programação um micromundo, e como tal temos de permitir que as crianças explorem esse mundo de forma a tomarem os devidos conhecimentos, nao só para a sua propria formação, mas também pelo facto de este ser um meio que cada vez mais é essencial para o ser humano.
quinta-feira, 18 de outubro de 2007
e-Learning
Esta semana o tema mais falado nas aulas de Tecnologias educativas foi o e-Learning. Isto porque esta foi a semana em que houve uma conferência em Lisboa nos dias 15 e 16 de Outubro sobre a importância do mesmo. Como tal, decidi falar um pouco sobre o significado da palavra e também sobre em que consistiu esta conferência.
e-Learning - O termo e-Learning é fruto de uma combinação ocorrida entre o ensino com auxílio da tecnologia e a educação à distância. Ambas modalidades convergiram para a educação on-line e para o treinamento baseado em Web, que ao final resultou no e-Learning.
A sua chegada adicionou novos significados para o treinamento e fez explodir as possibilidades para difusão do conhecimento e da informação para os estudantes e, num compasso acelerado, abriu um novo mundo para a distribuição e a partilha de conhecimento, tornando-se também uma forma de democratizar o saber para as camadas da população com acesso às novas tecnologias, propiciando a estas que o conhecimento esteja disponível a qualquer tempo e hora e em qualquer lugar.
A fim de apoiar o processo, foram desenvolvidos os LMS’s (Learning Management System), sistemas de gestão de ensino e aprendizagem na web. Softwares projectados para actuarem como salas de aula virtuais, gerando várias possibilidades de interacções entre os seus participantes. Com o desenvolvimento da tecnologia na web, os processos de interacção em tempo real passaram a ser uma realidade, permitindo com que o aluno tenha contacto com o conhecimento, com o professor e com outros alunos, por meio de uma sala de aula virtual.
A interactividade disponibilizada pelas redes de Internet, intranet, e pelos ambientes de gestão, onde se situa o e-learning, segundo a corrente sócio-interaccionista, passa a ser encarada como um meio de comunicação entre aprendizes, orientadores e estes com o meio. Partindo dessa premissa, é capaz de proporcionar interacção nos seguintes níveis:
- Aprendiz/Orientador;
- Aprendiz/Conteúdo;
- Aprendiz/Aprendiz;
- Aprendiz/Ambiente.
Na conferência desta semana foram abordados três temas gerais, tendo cada um uma variedade de aspectos. Estes temas foram : Tema 1 - Coesão Digital e Social; Tema 2 - Requalificação na Sociedade do Conhecimento;e, Tema 3 - O Valor do E-Learning.
No Tema 1, os aspectos que foram abordados consistem nos seguintes:
- Território, sustentabilidade e tecnologia - em que se pretende generalizar os acessos às tecnologias e uma cobertura total e de alto débito permitindo a todos os actores do território a possibilidade de aceder a essas tecnologias;
- Governo electrónico inclusivo - é importante referir que hoje em dia a utilização desta tecnologia por parte do poder público é enorme e, como tal, é assim necessário saber aquilo que a população procura com maior frequência e o que consideram de maior importância para uma melhor compreensão dos governos para com os cidadãos;
- A nova literacia digital - visto que esta geração tecnológica tende cada vez mais a globalizar-se é necessário que se assegure o domínio do alfabeto digital. Assim, surge o problema de se enquadrar a importância das competências da era digital para assegurar a construção de uma sociedade inclusiva;
- Necessidades dos activos seniores e dos idosos - como referi no ponto anterior, sendo que a Internet tende a globalizar-se, esta não acontece apenas para as camadas jovens, mas também deveria acontecer para os idosos pois estes devem manter-se activos e predispostos a aprender como forma de realização pessoal e de preservar a sua saúde. O mesmo acontece para os activos séniores que se devem integrar nesta de forma a continuarem a responder as necessidades que o seu trabalho exige;
- O desafio da próxima geração - neste item o que se pretendeu focar essencialmente foi a necessidade de as camadas jovens desde cedo se integrarem nesta tecnologia de forma a conseguirem confrontar os problemas que adquirem ao terminar a escola, visto que hoje cada vez mais tarde os jovens entram no mercado de trabalho e se vêm confrontados com este muito instável.
- Acessibilidade e usabilidade - Preocupações com a forma de acesso e com a ergonomia dos sistemas, segundo modelos heurísticos.
No Tema 2 os aspectos que foram abordados consistem nos seguintes:
- Requalificação na Sociedade do Conhecimento - necessidade de obrigar não só a que os profissionais da aprendizagem adquiram e actualizem as suas competências que lhes permitam assegurar o desenvolvimento de experiências de aprendizagem de qualidade mas também os lideres. Todos os actores envolvidos neste processo de permanente requalificação necessitam de rever o seu perfil de competências;
- Motivar para aprender - se não existir motivação a aprendizagem não acontecerá. Quer se trate de crianças, jovens ou adultos, a diversidade de solicitações é grande e cada individuo é um caso levando a que cada um tenha de receber diferentes atenções de outros;
- Aprendizagem informal - esta aprendizagem é importante em todas as fases da vida e, como tal, é bom que as infra-estruturas tecnológicas, sociais e de software possam contribuir para este contínuo aprender.
- A aprendizagem orientada para o desempenho - enquadra a problemática da aprendizagem centrada nas necessidades específicas do negócio, aumentando a visibilidade e a importância estratégica dos sistemas que suportam a aprendizagem na organização;
- Formação de e-Tutores e Formadores - este maior utilização implica que os actores envolvidos na área da educação e formação tenham as competências necessárias para ensinar;
- Comunidades de prática e de aprendizagem - poderão desenvolver-se e criar espaços de construção de conhecimento se encontrarem ambientes favoráveis, não só no domínio da rede social de suporte, mas também pela utilização de tecnologias simples, ergonómicas e de baixo custo;
- ePortfolio - o ePortfolio surge como um instrumento que contribui para melhorar os desempenhos dos seus utilizadores.
No Tema 3 os aspectos que foram abordados consistem nos seguintes:
- O Valor do e-Learning - as tecnologias de informação assumem um papel único no suporte ao desenvolvimento do principal activo das organizações – as pessoas;
- Tecnologias para a partilha de conhecimento e aprendizagem - a evolução e a convergência tecnológicas, especialmente o desenvolvimento da Banda Larga, estão a fazer eclodir novos serviços, novas plataformas, novas tecnologias e novas formas de as utilizar para fins educativos;
- Qualidade no eLearning - O processo deve centrar-se nas pessoas, suportado por tecnologia inovadora, e focado na sua eficácia e exequibilidade rumo ao crescimento sustentado das designadas Learning Organizations. A aposta em soluções de qualidade revela-se fundamental para garantir a eficácia do eLearning em contexto organizacional;
- Open standards e interoperabilidade - a evolução tecnológica em cenários distribuídos e abertos tem permitido uma aposta crescente em soluções “open source” para ambientes de eLearning surgindo novas aplicações no sistema com funcionalidades avançadas provocando que tendem a aproveitar características de interoperabilidade entre arquitecturas e serviços telemáticos;
- Assessment e avaliação do eLearning - Embora a sua aplicação se encontre ainda numa fase incipiente a nível nacional e europeu, tudo indica que o futuro exigirá a adopção de metodologias de assessment individuais e em grupo, suportadas por ePortfolios e pela avaliação da formação e da sua eficácia;
- Instructional design - preocupação com a análise das necessidades e objectivos da aprendizagem e do desenvolvimento sistemático da instrução de modo a assegurar a qualidade da aquisição de conhecimento;
- Como atingir a excelência no eLearning? - A identificação dos resultados do eLearning e a sua medição e a sua posterior análise comparativa com outros projectos em organizações do mesmo sector é fundamental para monitorizar o funcionamento destes dispositivos.
Lamento não ter podido participar nesta conferencia mas vi algumas das apresentações pela Internet e pareceu-me ter sido bastante interessante. Fica aqui a minha opinião e aquilo que foi tratado (por alto) nesta conferencia sobre o e-Learning.
e-Learning - O termo e-Learning é fruto de uma combinação ocorrida entre o ensino com auxílio da tecnologia e a educação à distância. Ambas modalidades convergiram para a educação on-line e para o treinamento baseado em Web, que ao final resultou no e-Learning.
A sua chegada adicionou novos significados para o treinamento e fez explodir as possibilidades para difusão do conhecimento e da informação para os estudantes e, num compasso acelerado, abriu um novo mundo para a distribuição e a partilha de conhecimento, tornando-se também uma forma de democratizar o saber para as camadas da população com acesso às novas tecnologias, propiciando a estas que o conhecimento esteja disponível a qualquer tempo e hora e em qualquer lugar.
A fim de apoiar o processo, foram desenvolvidos os LMS’s (Learning Management System), sistemas de gestão de ensino e aprendizagem na web. Softwares projectados para actuarem como salas de aula virtuais, gerando várias possibilidades de interacções entre os seus participantes. Com o desenvolvimento da tecnologia na web, os processos de interacção em tempo real passaram a ser uma realidade, permitindo com que o aluno tenha contacto com o conhecimento, com o professor e com outros alunos, por meio de uma sala de aula virtual.
A interactividade disponibilizada pelas redes de Internet, intranet, e pelos ambientes de gestão, onde se situa o e-learning, segundo a corrente sócio-interaccionista, passa a ser encarada como um meio de comunicação entre aprendizes, orientadores e estes com o meio. Partindo dessa premissa, é capaz de proporcionar interacção nos seguintes níveis:
- Aprendiz/Orientador;
- Aprendiz/Conteúdo;
- Aprendiz/Aprendiz;
- Aprendiz/Ambiente.
Na conferência desta semana foram abordados três temas gerais, tendo cada um uma variedade de aspectos. Estes temas foram : Tema 1 - Coesão Digital e Social; Tema 2 - Requalificação na Sociedade do Conhecimento;e, Tema 3 - O Valor do E-Learning.
No Tema 1, os aspectos que foram abordados consistem nos seguintes:
- Território, sustentabilidade e tecnologia - em que se pretende generalizar os acessos às tecnologias e uma cobertura total e de alto débito permitindo a todos os actores do território a possibilidade de aceder a essas tecnologias;
- Governo electrónico inclusivo - é importante referir que hoje em dia a utilização desta tecnologia por parte do poder público é enorme e, como tal, é assim necessário saber aquilo que a população procura com maior frequência e o que consideram de maior importância para uma melhor compreensão dos governos para com os cidadãos;
- A nova literacia digital - visto que esta geração tecnológica tende cada vez mais a globalizar-se é necessário que se assegure o domínio do alfabeto digital. Assim, surge o problema de se enquadrar a importância das competências da era digital para assegurar a construção de uma sociedade inclusiva;
- Necessidades dos activos seniores e dos idosos - como referi no ponto anterior, sendo que a Internet tende a globalizar-se, esta não acontece apenas para as camadas jovens, mas também deveria acontecer para os idosos pois estes devem manter-se activos e predispostos a aprender como forma de realização pessoal e de preservar a sua saúde. O mesmo acontece para os activos séniores que se devem integrar nesta de forma a continuarem a responder as necessidades que o seu trabalho exige;
- O desafio da próxima geração - neste item o que se pretendeu focar essencialmente foi a necessidade de as camadas jovens desde cedo se integrarem nesta tecnologia de forma a conseguirem confrontar os problemas que adquirem ao terminar a escola, visto que hoje cada vez mais tarde os jovens entram no mercado de trabalho e se vêm confrontados com este muito instável.
- Acessibilidade e usabilidade - Preocupações com a forma de acesso e com a ergonomia dos sistemas, segundo modelos heurísticos.
No Tema 2 os aspectos que foram abordados consistem nos seguintes:
- Requalificação na Sociedade do Conhecimento - necessidade de obrigar não só a que os profissionais da aprendizagem adquiram e actualizem as suas competências que lhes permitam assegurar o desenvolvimento de experiências de aprendizagem de qualidade mas também os lideres. Todos os actores envolvidos neste processo de permanente requalificação necessitam de rever o seu perfil de competências;
- Motivar para aprender - se não existir motivação a aprendizagem não acontecerá. Quer se trate de crianças, jovens ou adultos, a diversidade de solicitações é grande e cada individuo é um caso levando a que cada um tenha de receber diferentes atenções de outros;
- Aprendizagem informal - esta aprendizagem é importante em todas as fases da vida e, como tal, é bom que as infra-estruturas tecnológicas, sociais e de software possam contribuir para este contínuo aprender.
- A aprendizagem orientada para o desempenho - enquadra a problemática da aprendizagem centrada nas necessidades específicas do negócio, aumentando a visibilidade e a importância estratégica dos sistemas que suportam a aprendizagem na organização;
- Formação de e-Tutores e Formadores - este maior utilização implica que os actores envolvidos na área da educação e formação tenham as competências necessárias para ensinar;
- Comunidades de prática e de aprendizagem - poderão desenvolver-se e criar espaços de construção de conhecimento se encontrarem ambientes favoráveis, não só no domínio da rede social de suporte, mas também pela utilização de tecnologias simples, ergonómicas e de baixo custo;
- ePortfolio - o ePortfolio surge como um instrumento que contribui para melhorar os desempenhos dos seus utilizadores.
No Tema 3 os aspectos que foram abordados consistem nos seguintes:
- O Valor do e-Learning - as tecnologias de informação assumem um papel único no suporte ao desenvolvimento do principal activo das organizações – as pessoas;
- Tecnologias para a partilha de conhecimento e aprendizagem - a evolução e a convergência tecnológicas, especialmente o desenvolvimento da Banda Larga, estão a fazer eclodir novos serviços, novas plataformas, novas tecnologias e novas formas de as utilizar para fins educativos;
- Qualidade no eLearning - O processo deve centrar-se nas pessoas, suportado por tecnologia inovadora, e focado na sua eficácia e exequibilidade rumo ao crescimento sustentado das designadas Learning Organizations. A aposta em soluções de qualidade revela-se fundamental para garantir a eficácia do eLearning em contexto organizacional;
- Open standards e interoperabilidade - a evolução tecnológica em cenários distribuídos e abertos tem permitido uma aposta crescente em soluções “open source” para ambientes de eLearning surgindo novas aplicações no sistema com funcionalidades avançadas provocando que tendem a aproveitar características de interoperabilidade entre arquitecturas e serviços telemáticos;
- Assessment e avaliação do eLearning - Embora a sua aplicação se encontre ainda numa fase incipiente a nível nacional e europeu, tudo indica que o futuro exigirá a adopção de metodologias de assessment individuais e em grupo, suportadas por ePortfolios e pela avaliação da formação e da sua eficácia;
- Instructional design - preocupação com a análise das necessidades e objectivos da aprendizagem e do desenvolvimento sistemático da instrução de modo a assegurar a qualidade da aquisição de conhecimento;
- Como atingir a excelência no eLearning? - A identificação dos resultados do eLearning e a sua medição e a sua posterior análise comparativa com outros projectos em organizações do mesmo sector é fundamental para monitorizar o funcionamento destes dispositivos.
Lamento não ter podido participar nesta conferencia mas vi algumas das apresentações pela Internet e pareceu-me ter sido bastante interessante. Fica aqui a minha opinião e aquilo que foi tratado (por alto) nesta conferencia sobre o e-Learning.
quinta-feira, 11 de outubro de 2007
Reflexão crítica do 2º Capítulo
No segundo capítulo do livro "Família em Rede" o autor começa por referir as diferenças entre as pessoas que louvam os meios tecnológicos e aqueles que a criticam colocando em causa os terríveis problemas que esta poderá trazer. Porém, o autor não toma nenhum partido destas duas teorias e trata este capítulo em torno da forma como esta pode ser útil na aprendizagem dos mais jovens. Assim, refere que os computadores podem trazer novas ideias as pessoas, e por vezes ajuda-las a compreender algo que até hoje não eram capazes de entender. Para isso torna-se cada vez mais importante o uso dos computadores como integrante no processo de aprendizagens nas escolas, pois cada vez mais é necessária a compreensão desta máquina para uma boa integração na sociedade. Digamos que o autor tem razão quando diz que o currículo que se aplica hoje em dia é um currículo que tem existido desde os tempos da pré-tecnologia, logo, sendo que hoje temos a possibilidade de usar esses meios porque não aplicá-los como auxiliares da educação?
Porém não basta apenas saber mexer nos computadores ou ter conhecimento nessa área, é necessário que se tenha fluência. Isto quer dizer que é apenas com prática e com força de vontade para trabalhar com a mesma e explorá-la a seu próprio gosto que se consegue ter mais ou menos experiência nesta tecnologia. Conhecer bem todos os programas e termos conhecimento sobre todas as formas de organização e funcionamento do sistema não basta, é necessário saber enfrentar e explorar os novos problemas e obstáculos que aparecem ao seu funcionamento.
Penso que tenho de concordar com o que o autor refere neste capitulo. É necessário o conhecimento do manuseamento desta tecnologia porém não será tão obrigatório ter o total conhecimento da mesma. Digamos que hoje em dia é importante saber-se mexer num computador não só para próprio uso mas também para referência num emprego pois quase todos os empregos se baseiam no uso das tecnologias e quem tem mais fluência na mesma é quem tem mais poder sobre elas.
Porém não basta apenas saber mexer nos computadores ou ter conhecimento nessa área, é necessário que se tenha fluência. Isto quer dizer que é apenas com prática e com força de vontade para trabalhar com a mesma e explorá-la a seu próprio gosto que se consegue ter mais ou menos experiência nesta tecnologia. Conhecer bem todos os programas e termos conhecimento sobre todas as formas de organização e funcionamento do sistema não basta, é necessário saber enfrentar e explorar os novos problemas e obstáculos que aparecem ao seu funcionamento.
Penso que tenho de concordar com o que o autor refere neste capitulo. É necessário o conhecimento do manuseamento desta tecnologia porém não será tão obrigatório ter o total conhecimento da mesma. Digamos que hoje em dia é importante saber-se mexer num computador não só para próprio uso mas também para referência num emprego pois quase todos os empregos se baseiam no uso das tecnologias e quem tem mais fluência na mesma é quem tem mais poder sobre elas.
segunda-feira, 8 de outubro de 2007
Reflexão Critica do 1º Capitulo do Livro
No primeiro capitulo o autor trata a forma como as tecnologias, principalmente a internet, têm vindo a ser uma nova forma de distracção e de aquisição de informação com uma maior facilidade. Esta nova tecnologia tem vindo a ser muito utilizada pelas crianças que facilmente a descobrem e exploram. Na verdade parece que eles já nascem ensinados pois conseguem fazer com que muitos adultos se sintam entimidados perante tanta destreza. Os computadores ao serem o meio mais utilizados por esta nova geração deixa de parte as gerações mais velhas que por vezes se sente incapacitado para as utilizar. Porém, esta nem sempre se dá ao esforço de aprender um pouco mais sobre a mesma de forma a utilizá-la com maior regularidade pois hoje é sempre importante ter alguns conhecimentos nesta área.
O que o autor receia é que esta obsessão que as crianças têm pelas tecnologias pode afectar a sua aprendizagem interpessoal. Muitas delas preferem passar o seu tempo em frente à televisão a ver bonecos do que brincar com outras crianças. E o mesmo acontece às aprendizagens propriamente ditas, em que muitas vezes aprendem a fazer as coisas sozinhos sem o apoio de outros. O exemplo que o autor dá é o de eles colocarem um video e o visualizarem sem qualquer problema, ou mesmo programar um programa na televisão, etc. Até que ponto é que as relações interpessoais poderam ser afectadas por esta vaga de tecnologias?
O autor ainda refere um aspecto que para mim me pareceu muito verdadeiro, que é o facto desta tecnologia ter vindo a afastar cada vez mais os membros da familia. Penso que hoje em dia as pessoas passam muito tempo em frente aos computadores comunicando com outros através deles em vez de sairem um pouco e socializarem verdadeiramente com pessoas mais proximas. O problema é quando há algum membro dessa mesma familia que não sabe como se usa essa ferramenta e fica um bocado excluido por não poder partilhar do mesmo. Penso que é um factor a ter em conta dado que isto pode afectar o relacionamento e a comunicação entre as familias fazendo com que a mesma se possa vir a desmorenar. E mais uma vez, até que ponto é que as tecnologias nao afectaram a relação entre familias, dado que esta é algo que maioritariamente ocupa o tempo individual de cada um?
O que o autor receia é que esta obsessão que as crianças têm pelas tecnologias pode afectar a sua aprendizagem interpessoal. Muitas delas preferem passar o seu tempo em frente à televisão a ver bonecos do que brincar com outras crianças. E o mesmo acontece às aprendizagens propriamente ditas, em que muitas vezes aprendem a fazer as coisas sozinhos sem o apoio de outros. O exemplo que o autor dá é o de eles colocarem um video e o visualizarem sem qualquer problema, ou mesmo programar um programa na televisão, etc. Até que ponto é que as relações interpessoais poderam ser afectadas por esta vaga de tecnologias?
O autor ainda refere um aspecto que para mim me pareceu muito verdadeiro, que é o facto desta tecnologia ter vindo a afastar cada vez mais os membros da familia. Penso que hoje em dia as pessoas passam muito tempo em frente aos computadores comunicando com outros através deles em vez de sairem um pouco e socializarem verdadeiramente com pessoas mais proximas. O problema é quando há algum membro dessa mesma familia que não sabe como se usa essa ferramenta e fica um bocado excluido por não poder partilhar do mesmo. Penso que é um factor a ter em conta dado que isto pode afectar o relacionamento e a comunicação entre as familias fazendo com que a mesma se possa vir a desmorenar. E mais uma vez, até que ponto é que as tecnologias nao afectaram a relação entre familias, dado que esta é algo que maioritariamente ocupa o tempo individual de cada um?
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